quem sabe um dia qualquer... desses que a gente esquece...
num daqueles dias em que tudo está perfeitamente fora do lugar, sem ondas, muros, montanhas ou lagartixas na janela.
sem reflexo no café e sem poiesis ou gestault na cabeça sem ideias.
quem sabe, numa manhã procurando aventuras numa livraria, ou buscando a nova maravilha tecnológica numa confeitaria.
numa tarde sem dor, sem suor, sem alma ofegante, sem hipoglicemia, sem hipoxia, sem calos abertos, sem discretas gargalhadas internas enquanto o sangue/suor escorrem.
quem sabe, uma tarde sem os amigos, sem a brisa, sem a malto de agua fresca, sem imaginar os sorrisos das meninas que não saem da cabeça, sem nada daquilo tudo que faz do agora uma experiência tão mais agradável do que ontem, do que amanhã.
quem sabe um texto menos chato, sem rima, excesso de virgulas, pausas, reflexões, afinal o que importa é só e somente só o agora da nova gramática inventada pra vender livro e confundir velhos e jovens pensadores que não pensam porra nenhuma sobre regras baseadas na fonética aplicada ao mercado interno de brochuras.
o mundo é muito mais do que aquilo que se vê através do arco-íris do jardim, não cabe na sua tv e nem no seu hd de tão grande, complexo, simples, perfeito e único. Palavras limitam as coisas, transformar qualquer coisa, defini-la em verbo, sujeito, substantivo, artigo, adjetivo, o que quer que seja, é reduzir a importância e existência da coisa qualquer a que se deu nome, seja coisa, ação, sonho, atitude, delírio e nada substitui a experiência!
este blog fecha aqui!
a vida segue, continuarei treinando, escrevendo e acumulando historias e estorias para talves partilhar com amigos e conhecidos e estranhos e crianças e netos num dia qualquer... desses que a gente esquece... Quem sabe?
sem reflexo no café e sem poiesis ou gestault na cabeça sem ideias.
quem sabe, numa manhã procurando aventuras numa livraria, ou buscando a nova maravilha tecnológica numa confeitaria.
numa tarde sem dor, sem suor, sem alma ofegante, sem hipoglicemia, sem hipoxia, sem calos abertos, sem discretas gargalhadas internas enquanto o sangue/suor escorrem.
quem sabe, uma tarde sem os amigos, sem a brisa, sem a malto de agua fresca, sem imaginar os sorrisos das meninas que não saem da cabeça, sem nada daquilo tudo que faz do agora uma experiência tão mais agradável do que ontem, do que amanhã.
quem sabe um texto menos chato, sem rima, excesso de virgulas, pausas, reflexões, afinal o que importa é só e somente só o agora da nova gramática inventada pra vender livro e confundir velhos e jovens pensadores que não pensam porra nenhuma sobre regras baseadas na fonética aplicada ao mercado interno de brochuras.
o mundo é muito mais do que aquilo que se vê através do arco-íris do jardim, não cabe na sua tv e nem no seu hd de tão grande, complexo, simples, perfeito e único. Palavras limitam as coisas, transformar qualquer coisa, defini-la em verbo, sujeito, substantivo, artigo, adjetivo, o que quer que seja, é reduzir a importância e existência da coisa qualquer a que se deu nome, seja coisa, ação, sonho, atitude, delírio e nada substitui a experiência!
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a vida segue, continuarei treinando, escrevendo e acumulando historias e estorias para talves partilhar com amigos e conhecidos e estranhos e crianças e netos num dia qualquer... desses que a gente esquece... Quem sabe?
